O CVT (Continuously Variable Transmission) é uma alternativa ao câmbio automático tradicional que equipa diversos veículos globalmente, incluindo modelos populares no Brasil como Honda City, HR-V, Fiat Argo, Pulse e Toyota Yaris. Diferente do câmbio automático que utiliza conversor de torque para transferir movimento do motor para a transmissão, o CVT se baseia em polias cônicas de diâmetro variável conectadas por correias metálicas ou correntes. Essa estrutura permite infinitas relações de movimento, similar ao sistema presente em máquinas de lavar.
Um dos principais benefícios do CVT é proporcionar uma rotação de motor mais estável durante as acelerações, resultando em eficiência no consumo de combustível. No entanto, apesar da suavidade no funcionamento, muitos entusiastas automobilísticos consideram a experiência de condução com o CVT menos empolgante, alegando lentidão nas respostas do acelerador. Contudo, algumas montadoras têm programado seus CVTs para simular as marchas, visando uma sensação de condução mais familiar.
Em termos de manutenção, apesar da simplicidade de construção do CVT, os custos tendem a ser mais elevados quando comparados ao câmbio automático convencional, principalmente porque muitas peças de reposição são importadas. Independente do sistema, a manutenção em oficinas especializadas e o seguimento das recomendações do fabricante são essenciais.







