Em 2023, a Autoridade Federal de Transporte Motorizado da Alemanha mantinha a Mercedes-Benz sob investigação por supostamente usar dispositivos manipuladores para burlar os testes de emissões Euro 6. Uma carta datada de 7 de julho detalhava três desses dispositivos no motor diesel OM642 do Mercedes-Benz E350 BlueTec. A agência advertiu a montadora a corrigir a questão ou enfrentar proibições e recolhimentos. A Deutsche Umwelthilfe (DUH) revelou a carta, alegando ter recebido de fonte anônima.
A Mercedes afirmou ter implementado as atualizações de software necessárias. Em 2022, o Tribunal de Justiça Europeu decidiu que tais dispositivos eram ilegais. Anteriormente, em 2021, a DUH já havia acusado a Mercedes de utilizar oito dispositivos ilegais.
Além da Mercedes, outras empresas enfrentam consequências do escândalo Dieselgate. Em 2020, a Daimler, controladora da Mercedes, pagou US$ 2,8 bilhões em reclamações nos EUA, com US$ 700 milhões indo para uma ação coletiva. Outros envolvidos incluem ex-CEO da Audi, Rupert Stadler, e a fornecedora Bosch.







